Prefeito fiscaliza serviços da Corsan/Aegea e cobra melhorias no abastecimento de água

O prefeito Leandro Balardin realizou nesta quarta-feira uma reunião de fiscalização nos serviços prestados pela Corsan, atualmente administrada pelo grupo Aegea Saneamento, com acompanhamento da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul (Agergs).
Durante a vistoria, o prefeito relatou preocupação com problemas recorrentes no abastecimento de água em diversos bairros de Cachoeira do Sul, especialmente pela frequência de interrupções no fornecimento e pela demora no restabelecimento do serviço.
Segundo Balardin, um dos pontos levantados é a falta de mecanismos mais modernos que permitam manter o abastecimento mesmo quando ocorre o rompimento de redes. Ele citou que, em muitos casos, caixas d’água com capacidade de 20 a 30 mil litros acabam sendo desligadas e não conseguem atender as regiões afetadas.
O prefeito também mencionou episódios recentes em que moradores ficaram longos períodos sem água.
Outro ponto destacado foi a falta de profissionais e estrutura operacional para atender a demanda do município. Conforme o prefeito, os funcionários que atuam no atendimento não são os responsáveis pelos problemas, mas enfrentam excesso de carga de trabalho e número reduzido de equipes.
Além da questão do abastecimento, Balardin também criticou a qualidade dos reparos realizados após intervenções nas redes de água e esgoto. De acordo com ele, muitas obras deixam buracos ou recortes no asfalto e no calçamento que acabam cedendo semanas depois, gerando novos problemas nas vias.
A fiscalização também apontou reclamações sobre a falta de sinalização adequada em locais onde são abertas valas para manutenção, situação que, segundo o prefeito, pode provocar acidentes, principalmente com motociclistas.
Entre os principais pontos registrados pelo Executivo municipal estão:
ocorrência de água turva em alguns pontos da cidade;
reincidência de falta de água em determinados bairros;
qualidade dos serviços de reparo após obras de água e esgoto;
abertura de buracos nas vias sem sinalização adequada.
Balardin reforçou que os apontamentos são direcionados à gestão da concessionária responsável pelo serviço, e não aos funcionários que atuam nas equipes de campo. Segundo ele, a cobrança é por mais estrutura, pessoal e melhorias na execução dos serviços prestados à população

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